UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE FARMÁCIA, ODONTOLOGIA E ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DOUTORADO EM ENFERMAGEM

ALINE TOMAZ DE CARVALHO

CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES: ESTUDO DE VALIDAÇÃO E AVALIAÇÃO

FORTALEZA

2016

ALINE TOMAZ DE CARVALHO

CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES: VALIDAÇÃO E AVALIAÇÃO

Tese

apresentada

ao

Curso

de

Doutorado

em

Enfermagem do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Enfermagem. Área de concentração: Enfermagem na Promoção da Saúde. Linha de pesquisa: Tecnologia de enfermagem na promoção da saúde Orientadora: Profª. Drª. Lorita Marlena Freitag Pagliuca

FORTALEZA 2016

ALINE TOMAZ DE CARVALHO

CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES: VALIDAÇÃO E AVALIAÇÃO

Tese apresentada ao Doutorado em Enfermagem do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará, como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Enfermagem. Área de concentração: Promoção da Saúde. Aprovada em: __/__/__

BANCA EXAMINADORA

________________________________________________________ Profa. Dra. Lorita Marlena Freitag Pagliuca (Orientadora) Universidade Federal do Ceará (UFC)

_________________________________________________________ Profa. Dra. Andréa Soares Rocha da Silva (Membro efetivo) Universidade Federal do Ceará (UFC)

_________________________________________________________ Profa. Dra. Míria Conceição Lavinas Santos (Membro efetivo) Universidade Federal do Ceará (UFC)

_________________________________________________________ Prof. Dra. Cleide Maria Pontes (Membro efetivo) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

_________________________________________________________ Prof. Dra. Paula Marciana Pinheiro de Oliveira (Membro efetivo) Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

A Deus. Aos meus pais e ao meu filho, David.

AGRADECIMENTOS

A Deus, o dono da minha vida. A Ele toda honra, glória e louvor. A Maria Santíssima, minha mãe protetora que cuida de mim todos os dias. Aos meus pais, Fernando Leite e Telma Helena, por todo amor, dedicação, apoio e austeridade desde a gestação até os dias atuais. Abaixo de Deus, devo tudo aos dois. Amo vocês! Aos meus amados irmãos, André, Alice, Alexandre e Adriano por todo o amor que existe entre nós, por toda a ajuda, apoio, incentivo. Ao meu filho David, por ser sempre tão carinhoso, amável. Por achar que eu sou a mãe mais linda, mais inteligente e mais maravilhosa desse mundo. Minha vida teve sentido depois que você chegou. E é por você e para você que eu luto, para que você seja sempre esta criança feliz. À minha querida Orientadora, Dra. Lorita Pagliuca, por ter me acolhido, me ensinado e me incentivado. Obrigada por estes anos de educação acadêmica e pessoal. A senhora é exemplo de mulher em todas as suas esferas, e espero poder irradiar para as pessoas, no caminhar da minha profissão, um pouco da sua presença por eu ter sido sua orientanda. Aos membros da banca por todas as contribuições de grande valia para a finalização deste estudo. Ao prof. Dr. Paulo César de Almeida, por todo apoio, ensinamentos e amizade que fortalecemos nesta caminhada no mundo da estatística. A todos os professores do Departamento de Enfermagem, os quais foram extremamente importantes para a minha formação. À Antônia Sampaio, nosso anjo da guarda, que nos ajuda com tanto carinho e dedicação. À Dra. Cristiana Rebouças que sempre me incentivou, rezou por mim e acreditou na minha capacidade. A todos os colegas do projeto de pesquisa Pessoa com Deficiência: Investigação do Cuidado de Enfermagem, por todos esses anos de convivência e de troca de conhecimento. Aos meus colegas de doutorado, com os quais convivi e pude aprender um pouco com cada um, em especial, minhas companheiras Giselly, Luana e Mariana e minhas amigas Paula e Monaliza.

À Aline Áfio, Luciana Vieira e Thais Aquino, por me ajudarem na minha coleta de dados. A todas as mulheres que participaram deste estudo, por sua disponibilidade e contribuição. A todos os velhos e novos amigos, em especial Sr Francisco Cruz, D. Socorro Teixeira, por todo apoio e carinho; minha prima querida Patrícia e minha afilhada, Maria Julia; meus amigos de oração e minha equipe V8. Durante este período a presença de vocês na minha vida foi extremamente importante. À Coordenação de Aperfeiçoamento no Ensino Superior (CAPES), pelo auxílio financeiro, mediante bolsa de auxílio. A todos os que contribuíram direta e indiretamente para a conclusão deste trabalho.

“Vencer na vida é manter-se de pé quando tudo parece estar abalado. É lutar quando tudo parece adverso. É aceitar o irrecuperável. É buscar um caminho novo com energia, confiança e fé.” Dorina Nowill

RESUMO

Pessoas com deficiência representam importante percentual da população mundial e enfrentam dificuldades em todas as esferas da sociedade. Enfermeiros devem compreender as deficiências e educar em meio acessível e inclusivo em diversas temáticas. Sendo o câncer de mama problema de saúde pública, e a educação online modelo de educação emergente, o presente estudo objetivou validar resultado da utilização da tecnologia assistiva Curso Online Saúde Mamária na aprendizagem de mulheres cegas e videntes; Mensurar aprendizado das mulheres cegas e videntes após participação no Curso Online Saúde Mamária pela aplicação de pré e pós-teste; avaliar Curso Online Saúde Mamária enquanto material educativo online inclusivo, acessível. Estudo quase experimental, desenvolvido online, com apoio do Laboratório de Comunicação em Saúde do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Coleta de dados ocorreu em duas etapas, sendo primeiro construção e avaliação dos instrumentos do pré e pós-teste, quando participaram 7 especialistas. Em seguida, oferta do curso quando participaram 47 mulheres, dentre estas 17 cegas e 28 videntes. Utilizou-se instrumento do pré teste antes do acesso do conteúdo, e ao final, realizou-se pós teste e avaliação do curso como material educativo inclusivo e acessível pelo uso do QUATA. Dados foram organizados em tabelas e analisados com Teste de Mcnemar, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskall-Wallis e exato de Fisher, todos com nível de significância de 5%. Foram respeitados aspectos éticos. Instrumentos de avaliação do conhecimento foram compostos de quinze questões, divididas igualmente em níveis de baixa, média e alta complexidade; QUATA avaliou Objetivos, Acesso, Clareza, Estrutura e Apresentação, Relevância e Eficácia, Interatividade. Perfil das mulheres foi sem companheiro (56,5%), ensino superior completo (56,5%), renda de 3 a 6 salários mínimos (39,1%), de 5069 anos (28,3%), procedentes do Ceará (71,7%), católicas (65,2%). Sobre a aprendizagem observou-se que nas questões 3 e 5 de baixa complexidade e nas 14 e 15 de alta complexidade houve diferença significativa (p. Acesso em 23 abr 2011. BREDESEN, I. M. et al. Effect of e-learning program on risk assessment and pressure ulcer classification — A randomized study. Nurse Educ Today, [s.l.], v. 40, p.191-197, maio 2016. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.nedt.2016.03.008. CARVALHO A. T. Saúde Mamária para cegas: desenvolvimento e avaliação de curso online acessível. 2013. 104f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013. CARVALHO, A. T.; PAGLIUCA, L. M. F.; FERNANDES, A. F. C. Breast Health to Blind Woman: Validation of Accessible Online Course. Advances In Internet Of Things, [s.l.], v. 05, n. 01, p.7-14, 2015. Scientific Research Publishing, Inc,. http://dx.doi.org/10.4236/ait.2015.51002. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. CARVALHO A. T.; SILVA, A. S. R.; PAGLIUCA L. M. F. Accessibility in virtual moodle learning environment: literature review. J Nurs UFPE on line., Recife, v.7. n.spe. Mar., 2013. P: 969-976. Availabre from: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3479/pdf_2276. Acces 2014 may 14. CASTRO, F. S. F. de et al. Evaluation of digital educational studenttechnology interaction in neonatal nursing. Revista da Escola de Enfermagem da Usp, [s.l.], v. 49, n. 1, p.114-121, fev. 2015. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0080-623420150000100015. Disponível em: . Acesso em: 01 maio 2016. CASTRO S. S. et al . Acessibilidade aos serviços de saúde por pessoas com deficiência. Rev. Saúde Pública, São Paulo , v. 45, n. 1, Feb. 2011 . Available from . access on 13 May 2014. Epub Oct 29, 2010. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102010005000048. CAVALCANTE, L. D. W. et al. Assistive technology for visually impaired women for use of the female condom: a validation study. Revista da Escola de Enfermagem da Usp, [s.l.], v. 49, n. 1, p.14-21, fev. 2015. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0080623420150000100002. Disponível em: . Acesso em: 01 maio 2016.

78

CEZÁRIO, K. G. Avaliação de tecnologia assistiva para cegos: enfoque na prevenção ao uso de drogas psicoativas. 2009. 111f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2009. CEZARIO, K. G. et al. Health promotion and visual impairment: production of brazilian graduate programs. Rev Rene, Fortaleza, v. 11, n. 2, p.187-196, abr. 2010. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2016. COSTA, S. M. et al. Envelhecer e qualidade de vida: uma revisão bibliográfica. E_rac, Uberlândia, v. 3, n. 1, p.1-16, 2013. CÔTÉ, J. et al. Evaluation of a real-time virtual intervention to empower persons living with HIV to use therapy self-management: study protocol for an online randomized controlled trial. Trials, [s.l.], v. 13, n. 1, p.1-10, 5 out. 2012. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/17456215-13-187. DAUD, N. A.; [email protected], N.; MUDA, Z. An Initial Model of Persuasive Design in Web based Learning Environment. Procedia Technology, [s.l.], v. 11, p.895-902, 2013. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.protcy.2013.12.273. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. DIAS, C. O.; PASSERINO, L. M. Uma proposta de metodologia para adaptação de OA usando critérios de acessibilidade. RENOTE. v. 7. n.3. 2009. DOMINGO M. C. An overview of the Internet of Things for people with disabilities. Journal of Network and Computer Applications. n.35. 2012. p: 584–596. DONNELLY, T. et al. Beliefs and attitudes about breast cancer and screening practices among Arab women living in Qatar: a cross-sectional study. Bmc Women's Health, [s.l.], v. 13, n. 1, p.49-63, 2013. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/1472-6874-13-49. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2016. DONG, X. et al. Evaluation of Community Health Education Workshops among Chinese Older Adults in Chicago: A Community-Based Participatory Research Approach. Journal Of Education And Training Studies, [s.l.], v. 1, n. 1, p.170-181, 10 mar. 2013. DUPERE, S.; COURCHESNE-O'NEILL, S.; O'NEILL, M.. Building capacity through the internet: lessons learnt from the Reviews of Health Promotion & Education Online. Health Promotion International, [s.l.], v. 25, n. 1, p.107-114, 18 fev. 2010. Oxford University Press (OUP). http://dx.doi.org/10.1093/heapro/daq011. Disponível em: . Acesso em: 12 nov. 2015. EKBERG, J.; GURSKY, E. A.; TIMPKA, T. Pre-launch evaluation checklist for online health-promoting communities. Journal of Biomedical Informatics, [s.l.], v. 47, p.11-17, fev. 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.jbi.2013.10.004. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015.

79

FALKEMBACH, G. A. M. Concepção e Desenvolvimento de Material Educativo Digital. RENOTE, v.3, n.1, 2005. FRANÇA, I. S. X. de et al. Health education for early detection of breast cancer in blind women. Rev Rene, [s.l.], v. 16, n. 6, p.890-899, 21 dez. 2015. Rev Rene. http://dx.doi.org/10.15253/2175-6783.2015000600016. Disponível em: . Acesso em: 03 maio 2016. FRANÇA I. S. X.; PAGLIUCA L. M. F. Acessibilidade das pessoas com deficiência ao sus: fragmentos históricos e desafios atuais. Rev RENE. v.9. n. 2. 2008. P: 129-137. Avoible in: http://www.revistarene.ufc.br/revista/index.php/revista/article/view/572/pdf. Acces 2014 may 14. FREEDMAN, R. A. et al. Racial/ethnic disparities in knowledge about one's breast cancer characteristics. Cancer, [s.l.], v. 121, n. 5, p.724-732, 26 jan. 2015. Wiley-Blackwell. http://dx.doi.org/10.1002/cncr.28977. Disponível em: . Acesso em: 24 abr. 2016. FREITAS, L. V. et al . Physical examination during prenatal care: construction and validation of educational hypermedia for nursing. Acta paul. enferm., São Paulo , v. 25, n. 4, p. 581588, 2012 . GABARRON, Elia et al. Randomized trial of a novel game-based appointment system for a university hospital venereology unit: study protocol. BMC Med Inform Decis Mak, [s.l.], v. 15, n. 1, p.1-7, 8 abr. 2015. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/s12911-015-0143-9. GARCÍA-CUÉLLAR, M.M. et al. Web Tools 2.0 for Health Promotion in Mexico. Journal Of Applied Research And Technology, Cuernavaca, v. 11, p.708-713, out. 2013. GUIMARÃES, F. J.; CARVALHO, A. L. R. Faria; PAGLIUCA, L. M. F.. Elaboração e validação de instrumento de avaliação de tecnologia assistiva. Rev Elet Enferm, [s.l.], v. 17, n. 2, p.302-311, 30 jun. 2015. Universidade Federal de Goias. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v17i2.28815. Disponível em: . Acesso em: 03 maio 2016. GHODSI, Z.; SALEHI, A.; HOJJATOLESLAMI, S.. Knowledge of Iranian Women about Warning Signs and Risk Factors for Breast Cancer. Procedia - Social And Behavioral Sciences, [s.l.], v. 93, p.343-348, out. 2013. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.sbspro.2013.09.201. Disponível em: . Acesso em: 01 maio 2016. GLADSTONE, Tracy G et al. An internet-based adolescent depression preventive intervention: study protocol for a randomized control trial. Trials, [s.l.], v. 16, n. 1, p.1-17, 1 maio 2015. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/s13063-015-0705-2. GOLD, J. et al. Developing Health Promotion Interventions on Social Networking Sites: Recommendations from The FaceSpace Project. J Med Internet Res, [s.l.], v. 14, n. 1, p.1-

80

10, 28 fev. 2012. JMIR Publications Inc.. http://dx.doi.org/10.2196/jmir.1875. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. GUIMARÃES, F. J. Validação de tecnologia assistiva sobre substâncias psicoativas para pessoas com deficiência visual. 2014. 113 f. Tese (Doutorado) - Curso de Enfermagem, Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2014. GUIMOND, M. E. Confronting Confirmation Bias About Breast Cancer Screening With the Four Cs. Nursing For Women's Health, [s.l.], v. 18, n. 1, p.28-37, fev. 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1111/1751-486x.12091. Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2016. HAHESSY, S. et al. Indicators of Student Satisfaction in Postgraduate Blended Learning Programmes:: Key Messages from a Survey Study. AISHE-J, Galway, v. 6, n. 3, p.194119423, nov. 2014. Disponível em: . Acesso em: 07 jul. 2016. HEIDEMANN, I. T. S. B. et al. Promoção da saúde e qualidade de vida: concepções da Carta de Ottawa em produção científica. Cienc. Cuid. Saúde, [s.l.], v. 11, n. 3, p.613-619, 2 dez. 2012. Universidade Estadual de Maringa. http://dx.doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v11i3.13554. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo Demográfico 2010: Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência. Brasília: IBGE, 2012. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/caracteristicas_religiao_deficie ncia/caracteristicas_religiao_deficiencia_tab_pdf.shtm. Acesso em: 17 out 2012. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal: 2013 / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. – Rio de Janeiro : IBGE, 2015. 83p. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal: 2014 / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. – Rio de Janeiro : IBGE, 2016. 89p. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Síntese de Indicadores. Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (PNAD). 2008. Available from:http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2008/defa ult.shtm. Access 20 Jan 2012. ISLAM, R. M. et al. Awareness of breast cancer and barriers to breast screening uptake in Bangladesh: A population based survey. Maturitas, [s.l.], v. 84, p.68-74, fev. 2016. Elsevier

81

BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.maturitas.2015.11.002. Disponível . Acesso em: 12 abr. 2016.

em:

JACOBS, R. J et al. Development of a culturally appropriate computer-delivered tailored internet-based health literacy intervention for spanish-dominant hispanics living with HIV. BMC Med Inform Decis Mak, [s.l.], v. 14, n. 1, p.1-10, 30 nov. 2014. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/s12911-014-0103-9. JANINI, J. P.; BESSLER, D.; VARGAS, A. B. Educação em saúde e promoção da saúde: impacto na qualidade de vida do idoso. Saúde debate, Rio de Janeiro , v. 39, n. 105, p. 480490, June 2015 . JØRGENSEN K.J., ZAHL P., GØTZSCHE P. C. Breast cancer mortality in organised mammography screening in Denmark: comparative study. BMJ. 2010;340:c124 KANE, Kay. eHealth and nursing Informatics. British Journal of Community Nursing, London, v. 15, n. 4, p. 157, 2010. KANG, J. S.; KANG, H. S.; JEONG, Y. A Web-based Health Promotion Program for Patients with Metabolic Syndrome. Asian Nursing Research, [s.l.], v. 8, n. 1, p.82-89, mar. 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.anr.2014.03.002. KELLY, L.; JENKINSON, C.; ZIEBLAND, S. Measuring the effects of online health information for patients: Item generation for an e-health impact questionnaire. Patient Education And Counseling, [s.l.], v. 93, n. 3, p.433-438, dez. 2013. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.pec.2013.03.012. KIM, et al. Saber é prevenir: uma nova abordagem no combate ao câncer de mama. Ciência & Saúde Coletiva, n.15, Supl. 1, 2010. p. 1377-1381. KOLAHDOOZ, F. et al. Knowledge, attitudes, and behaviours towards cancer screening in indigenous populations: a systematic review. The Lancet Oncology, [s.l.], v. 15, n. 11, p.504-516, out. 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/s1470-2045(14)70508-x. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. KWOK, C.; TRANBERG, R.; LEE, F.C. Breast cancer knowledge, attitudes and screening behaviors among Indian–Australian women. European Journal Of Oncology Nursing, [s.l.], v. 19, n. 6, p.701-706, dez. 2015. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.ejon.2015.05.004. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. LABEAU, S. O.. Is there a place for e-learning in infection prevention? Australian Critical Care, [s.l.], v. 26, n. 4, p.167-172, nov. 2013. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.aucc.2013.10.002. LEAL, E. M.; ALMEIDA, L. M. N.; LIMA, A. G. S.. Knowledge and practice of breast self examinati on in users of a health centre. Rev Enferm UFPI, Teresina, v. 3, n. 3, p.39-45, jul. 2014. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2016.

82

LEE, et al. Factors associated with use of breast cancer screening services by women aged ≥ 40 years in Korea: The Third Korea National Health and Nutrition Examination Survey 2005 (KNHANES III). BMC Cancer. V. 10. 2010. P. 144. Disponível em:< http://www.biomedcentral.com/1471-2407/10/144> Acesso em 07 Abr 2011. LEE, Y.; KOZAR, K. A.. Understanding of website usability: Specifying and measuring constructs and their relationships. Decis Supp Syst, [s.l.], v. 52, n. 2, p.450-463, jan. 2012. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.dss.2011.10.004. LEHMANN, E. D. et al. Dynamic Interactive Educational Diabetes Simulations Using the World Wide Web: An Experience of More Than 15 Years with AIDA Online. International Journal Of Endocrinology, [s.l.], v. 2014, p.1-25, 06 jan. 2014. Hindawi Publishing Corporation. http://dx.doi.org/10.1155/2014/692893. Disponível em: . Acesso em: 07 jul. 2016. LIU, L. et al. Breast cancer awareness among women in Eastern China: a cross-sectional study. Bmc Public Health, [s.l.], v. 14, n. 1, p.1004-1011, 2014. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/1471-2458-14-1004. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. LOBIONDO-WOOD, G.; HARBER, J. Pesquisa de enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. 4. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. LOPES, M. S. V. et al . Análise do conceito de promoção da saúde. Texto contexto enferm., Florianópolis , v. 19, n. 3, p. 461-468, Sept. 2010 . Available from . access on 31 May 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072010000300007. LOPES, R.; TOCANTINS, F.R. Health Promotion and Critical Education. Interface Comunic., Saude, Educ., v.16, n.40, p.235-46, jan./mar. 2012. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/icse/v16n40/aop1312>. Acesso em: 12 abr. 2016. LOUREIRO, A.; MESSIAS, I.; BARBAS, M. Embracing Web 2.0 & 3.0 Tools to Support Lifelong Learning - Let Learners Connect. Procedia - Social And Behavioral Sciences, [s.l.], v. 46, p.532-537, 2012. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.sbspro.2012.05.155. MACEDO M. K. B., PEREIRA A. T. C. Desenvolvimento de Recomendações de Acessibilidade e Usabilidade para Ambientes Virtuais de Aprendizagem Voltados para o Usuário Idoso. RENOTE. V.7. N.1. 2009. MAHAMA E. S. Disability and development: the role of language and e-learning. Multicultural Education & Technology Journal. V. 6 N. 3, 2012. p. 162-176. Avaliable from: www.emeraldinsight.com/1750-497X.htm. Acces 2014 may 14. DOI 10.1108/17504971211254001 MARI, C. M. M.. Avaliação da acessibilidade e da usablidadede um modelo de ambiente virtual de aprendizagem para a inclusão de deficientes visuais. 2011. 96 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Engenharia de Produção, Programa de Pó-graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2011.

83

MARIANO, M. R. Validação de jogo educativo tátil para deficientes visuais sobre drogas psicoativas. 2014. 113f. Tese (Doutorado em Enfermagem) – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. MCCARTHY E. P. Disparities in Breast Cancer Treatment and Survival for Women with Disabilities. Ann Intern Med. v.145, 2006. p. 637-645. MILITELLO, L. K. et al. A Methodological Quality Synthesis of Systematic Reviews on Computer-Mediated Continuing Education for Healthcare Providers. Worldviews On Evidence-based Nursing, [s.l.], v. 11, n. 3, p.177-186, 27 maio 2014. Wiley-Blackwell. http://dx.doi.org/10.1111/wvn.12041. Disponível em: . Acesso em: 12 out. 2015. NICOLAU S. M.; SCHRAIBER, L. B.; AYRES, J. R. C. M. Mulheres com deficiência e sua dupla vulnerabilidade: contribuições para a construção da integralidade em saúde. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 18, n. 3, Mar. 2013 . Available from . access on 25 May 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232013000300032. NÓBREGA, G.C. Acessibilidade aos conteúdos visuais em ambientes virtuais de aprendizagem. RBTV, v.9, n.9, 2011. NUNES, J. M. et al. A participação de agentes comunitários de saúde em grupo de educação em saúde. Rev Rene, Fortaleza, v. 5, n. 13, p.1084-1091, nov. 2012. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. NUNES, J et al. Promoting health in the hospital from the viewpoint of the nurse: descriptiveexploratory study. Online Brazilian Journal of Nursing, Niterói (RJ), v. 8, n.3,Oct 2009. Available from: . Access: 2014 May 13. doi: http://dx.doi.org/10.5935/16764285.20092568). OLIVEIRA, P. M. P. Amamentação em ação: validação de tecnologia assistive para cegos. 2013. 107 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013. ONEILL, S. C. et al. Mammographic Breast Density as a Risk Factor for Breast Cancer: Awareness in a Recently Screened Clinical Sample. Women's Health Issues, [s.l.], v. 24, n. 3, p.321-326, maio 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.whi.2014.02.005. DisponÃvel em: . Acesso em: 12 abr. 2016. ORIÁ, M. O. B. Trdução, adaptação e validação da breastfeeding self-eficacy scale: aplicação em gestantes. 2008. 128f. Tese (Doutorado em Enfermagem) – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008.

84

ORMONDE JUNIOR, J. C.; DE OLIVEIRA, L. D.; SÁ, R. M. Fatores de adesão e não adesão das mulheres ao exame colpacitológico. Gestão e Saúde, Brasilia,DF. Brasil, v. 6, n. 1, p. pag.184-200, jan. 2015. ISSN 1982-4785. Disponível em: . Acesso em: 31 Mai. 2016. doi:10.18673/. OZTEKIN, A.; KONG, Z. J.; UYSAL, O. Use Learn: A novel checklist and usability evaluation method for eLearning systems by criticality metric analysis. Intern Journ of Industr Erg, [s.l.], v. 40, n. 4, p.455-469, jul. 2010. PAGLIUCA, L. M. F. et al. Validation of the general guidelines of communication between the nurse and the blind. Rev. bras. enferm., Brasília , v. 67, n. 5, p. 715-721, Oct. 2014 . Available from . access on 31 May 2016. http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167.2014670507. PAGLIUCA, L. M. F. et al. Repercussion of inclusive public policies according to disabled people. Escola Anna Nery - Revista de Enfermagem, [s.l.], v. 19, n. 3, p.498-504, 2015. GN1 Genesis Network. http://dx.doi.org/10.5935/1414-8145.20150066. Disponível em: . Acesso em: 03 maio 2016. PARISH, S. L. et al. Cancer Screening Knowledge Changes: Results From a Randomized Control Trial of Women With Developmental Disabilities. Research On Social Work Practice, [s.l.], v. 22, n. 1, p.43-53, 25 jul. 2011. SAGE Publications. http://dx.doi.org/10.1177/1049731511415550. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. PASQUALI, L. Instrumentos psicológicos: manual prático de elaboração. Brasília: Lab PAM/IBAPP, 1999. PASQUALI, L. Instrumentos psicológicos: fundamentos e práticas. Brasília: Lab PAM/IBAPP, 2010. PEREIRA, R. R. et al. Inclusão de estudantes com deficiência no ensino superior: uma revisão sistemática. Rev. Educ. Espec., [s.l.], v. 1, n. 1, p.147-160, 2 mar. 2016. Universidad Federal de Santa Maria. http://dx.doi.org/10.5902/1984686x19898. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. POCOCK, S.J. Clinical trials: a practicals approach. Chinchester: John Wiley, 1993. POLIT, D. F.; BECK, C. T. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 670p. ROBINSON, J. K et al. Skin Self-Examination Education for Early Detection of Melanoma: A Randomized Controlled Trial of Internet, Workbook, and In-Person Interventions. JMIR, [s.l.], v. 16, n. 1, p.1-11, 13 jan. 2014. JMIR Publications Inc.. http://dx.doi.org/10.2196/jmir.2883.

85

RODRIGUES, B.C. et al. Educação em Saúde para a Prevenção do Câncer Cérvico-uterino. Rev. Bras. Educ Méd., [s.l.], v. 36, n. 1, p.149-154, 2012. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. ROGERS, A. R. et al. The Incidence of Breast Cancer among Disabled Kansans with Medicare. Kansas Journal Of Medicine, Kansas, v. 3, n. 8, p.93-100, 2015. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. SAADI, A.; BOND, B.; PERCAC-LIMA, S. Perspectives on Preventive Health Care and Barriers to Breast Cancer Screening Among Iraqi Women Refugees. Journal Of Immigrant And Minority Health, [s.l.], v. 14, n. 4, p.633-639, 8 set. 2011. Springer Science + Business Media. http://dx.doi.org/10.1007/s10903-011-9520-3. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2016. SADOVSKY, A. D. I. de et al . Índice de Desenvolvimento Humano e prevenção secundária de câncer de mama e colo do útero: um estudo ecológico. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro , v. 31, n. 7, p. 1539-1550, July 2015 . Available from . access on 31 May 2016. http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00073014. SANTAROSA, L. M. C. et al. Acessibilidade em Ambientes de Aprendizagem por Projetos: construção de espaços virtuais para inclusão digital e social de PNEEs. RENOTE. v.5. n.1. Porto Alegre, julho, 2007. SANTOS, A. R. M. et al. A systematic review of the influence of religiosity on the adoption of an active lifestyle. Rev Bras Promoc Saude, Fortaleza, v. 26, n. 3, p.419-425, jul. 2013. SANTOS, F. R.; FERNANDES, J. C. L. A utilização das tecnologias de informação e de comunicação em ambientes de aprendizagem numa perspectiva inclusiva. Eniac: Educação Básica Superior, São Paulo, v. 1, n. 2, p.1-10, nov. 2015. Disponível em: . Acesso em: 01 abr. 2016. SANTOS, G. D.; CUBACHI, R. Y. S.. O conhecimento sobre o câncer de mama e a mamografia das mulheres idosas frequentadoras de centros de convivência em São Paulo (SP, Brasil). Ciênc. Saúde Coletiva, [s.l.], v. 16, n. 5, p.2533-2540, maio 2011. FapUNIFESP (SciELO). SANTOS, E.; WEBER, A.. Educação e cibercultura: aprendizagem ubíqua no currículo da disciplina didática. Diálogo.educ., [s.l.], v. 13, n. 334, p.285-303, 2013. Pontificia Universidade Catolica do Parana - PUCPR. http://dx.doi.org/10.7213/dialogo.educ.7646. Disponível em: . Acesso em: 12 out. 2015. SARMENTO, W. W. F et al. Avaliação de usabilidade no processo de desenvolvimento contínuo em ambientes virtuais de aprendizagem: um estudo de caso com o ambiente SOLAR. In: 22o. Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, 2011, Aracaju. Anais do XXII SBIE - XVII WIE, 2011. p. 781-91.

86

SARTORETTO M. L.; BERSCH R. O que é Tecnologia Assistiva? In: Assistiva Tecnologia e Educação. 2014. Availabe in: http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html. Access 2014 may 14. SECGINLI, S., NAHCIVAN, N. O. The effectiveness of a nurse-delivered breast health promotion program on breast cancer screening behaviours in non-adherent Turkish women: A randomized controlled Trial. International Journal of Nursing Studies. V. 48. 2011. P. 24– 36. SIISSA Y. B. et al. Analysis and evaluation os the accessibility to visual information in web pages. Computer Sci, v.6179, p. 437-443, 2010. SILVA, S. E. D. et al. Breast cancer a disease feared: social representation of women. Rev Eletr Gest & Saúde, Belém, v. 3, n. 2, p.730-742, 2012. SILVA, S. Acessibilidade digital em ambientes virtuais de aprendizagem accessibility in digital virtual learning environments. Rev Geintec, [s.l.], v. 2, n. 3, p.245-254, 5 set. 2012. Universidade Federal de Sergipe. http://dx.doi.org/10.7198/s2237-0722201200030005. Disponível em: . Acesso em: 16 abr. 2016. SMEDEMA S.M.; MCKENZIE A.R. The relationship among frequency and type of internet use, perceived social support, and sense of well-being in individuals with visual impairments. Disability and Rehabilitation, v. 32. n. 4. 2010. p. 317–325. SMITHSON, J.; JONES, R. B; ASHURST, E. Developing an online learning community for mental health professionals and service users: a discursive analysis. Bmc Medical Education, [s.l.], v. 12, n. 1, p.1-10, 21 mar. 2012. Springer Nature. http://dx.doi.org/10.1186/1472-6920-12-12. SOUSA, J. B. M.. Critério para a selecção de uma plataforma educativa para a formação inicial e permanente de professores do instituto superior de ciências de educação do huambo. Rev Órb Pedag, Angola, v. 2, n. 2, p.29-36, 2015. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. SOUSA L.B.; TORRES C. A.; PINHEIRO P. N. C.; PINHEIRO A. K. B. Práticas de educação em saúde no brasil: a atuação da Enfermagem. Rev. enferm. UERJ. v. 18. n. 1. 2010. P. 55-60. Avoible in: http://www.facenf.uerj.br/v18n1/v18n1a10.pdf. Acees 2014 may 14. SPIZZIRRI, R. C. P. et al. Adolescência conectada: Mapeando o uso da internet em jovens internautas. Psicol. Argum., Curitiba, v. 30, n. 69, p.327-335, abr. 2012. Disponível em: . Acesso em: 12 abr. 2016. STHAPORNNANON N. et al. Instructional design and assessment: Social Constructivist Learning Environment in an Online Professional Practice Course. American Journ of Pharmac Educ. v. 73. n. 1. 2009. P. 1-8. SUBRAMANIAN, P. et al. Breast Cancer Knowledge and Screening Behaviour among

87

Women with a Positive Family History: A Cross Sectional Study. Asian Pac J Cancer Prev,. v. 4, n. 11, p.6783-6790, 2013. Disponível em: < http://dx.doi.org/10.7314/APJCP.2013.14.11.6783>. Acesso em: 12 abr. 2016. SWAINE, J. G. et al. Test of an intervention to improve knowledge of women with intellectual disabilities about cervical and breast cancer screening. Journal Of Intellectual Disability Research, [s.l.], v. 58, n. 7, p.651-663, 24 jun. 2013. Wiley-Blackwell. http://dx.doi.org/10.1111/jir.12062. Disponível em: . Acesso em: 03 maio 2016. TAYLOR, C. R. et al. Fundamentos de Enfermagem: A Arte e a Ciência do Cuidado de Enfermagem. 7. ed. Porto Alegre/RS: Artmed, 2014. 1735 p. TERRY, V. R. et al. Online intravenous pump emulator: As effective as face-to-face simulation for training nursing students. Nurse Educ Today, [s.l.], v. 40, p.198-203, maio 2016. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.nedt.2016.03.004. UNITED STATES OF AMERICA. Healthy People. U.s. Department Of Health And Human Services. Disability and Health. 2016. Disponível em: . Acesso em: 27 maio 2016. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde. Curso de formação para tutores. A EaD e suas nuances. Fortaleza: NUTEDS, 2012. VIEIRA, M. C.; SANTAROSA, L. M. C. O uso do computador e da Internet e a participação em cursos de informática por idosos: meios digitais, finalidades sociais. In: Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, 20, 2009, Florianópolis/SC. Anais do XX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. Florianópolis/SC: Universidade Federal de Santa Catarina, 2009. WEB ACCESSIBILITY IN MIND (WEBAIM). Visual disabilities. Utah, 2011. Available in: http://webaim.org/articles/visual/blind>. Access in: 2011 oc. 06. WEBB, T. L. et al. Using the Internet to Promote Health Behavior Change: A Systematic Review and Meta-analysis of the Impact of Theoretical Basis, Use of Behavior Change Techniques, and Mode of Delivery on Efficacy. J Med Internet Res, [s.l.], v. 12, n. 1, p.1-18, 17 fev. 2010. JMIR Publications Inc.. http://dx.doi.org/10.2196/jmir.1376. Disponível em: . Acesso em: 09 nov. 2015. WAGNER, N.; HASSANEIN, K.; HEAD, M.. The impact of age on website usability. Computers In Human Behavior, [s.l.], v. 37, p.270-282, ago. 2014. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2014.05.003. WHITCHER JP. Cegueira. In: Vaughan DG, Asbury T, Riordan-Eva P. Oftalmologia Geral. 4ª ed. São Paulo (SP): Atheneu; 1997. p. 396-400. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Health Topics. Cancer. Geneva, 2011b. Avoible in: < http://www.who.int/topics/cancer/en/index.html>. Acess in 2011 mar 20.

88

__________. Health promotion. In: Heatlh Topics. Geneva, 2015. Avoible in: http://www.who.int/topics/health_promotion/en/. Access 2014 may 14. __________. World report on disability. In: Disabilities and rehabilitation. Geneva, 2014. Avoible in: http://www.who.int/disabilities/world_report/2011/en/. Access in 2014 may 14. __________.World

report

on

disability.

Geneva,

2011a.

Avoible

in:

http://whqlibdoc.who.int/publications/2011/9789240685215_eng.pdf?ua=1. Access in 2014 may 14.

89

APÊNDICES

APÊNDICE A – PLANO PEDAGÓGICO DO CURSO ONLINE SAÚDE MAMÁRIA

1. Identificação do curso

Nome do curso e semestre

Curso Online Saúde Mamária 2015/2016 Ao longo de quatro aulas serão trabalhados temas relativos ao Câncer de Mama, com vistas a aprimorar o conhecimento acerca da temática, com enfoque na detecção precoce da doença. [SAM] 1 Introdução ao uso do Moodle

Breve resumo do que [SAM] 2 O que é o Câncer de Mama? será visto no curso [SAM] 3 Detecção Precoce do Câncer de Mama [SAM] 4 A Detecção Precoce do Câncer de Mama no Sistema Único de Saúde [SAM] 5 Vamos ver o que você aprendeu?

Justificativa educacional

Considerando a expansão da Educação a Distância como modalidade de ensino na saúde, o objetivo deste curso é educar mulheres cegas e videntes a cerca da temática, vislumbrando uma redução do número de casos da doença, bem como a valorização da educação inclusiva.

Objetivos

Educar mulheres cegas e videntes, oferecendo subsídios teóricos para a construção do conhecimento sobre o câncer de mama e as estratégias de detecção precoce no Sistema Único de Saúde.

Ementa

O Curso será ofertado na modalidade à distância. Os cursistas irão interagir via Ambiente de Aprendizagem Online Moodle mediante fóruns de discussão. O aluno também irá interagir com o próprio material didático e com o tutor. O grau de interação planejado é alto, na medida em que se acredita que o aprendizado compartilhado viabilize inter-relações importantes entre a teoria e a prática. O curso terá carga horária total de 40 horas/aula (4 semanas/turma), sendo composto por cinco aulas.

Carga horária

O curso terá duração de 40 horas/aula (4 semanas/turma) e será ministrado na modalidade de EaD 100% online.

Início da Oferta do curso

2015

Termino da Oferta do curso

2016

Público alvo

Mulheres cegas e videntes. Como critérios de inclusão estas mulheres devem ser maiores de 18 anos, ter domínio básico de informática, acesso à internet. Para as mulheres cegas pede-se ainda que tenham domínio quanto à utilização

90

de leitores de tela e de sintetizadores de voz. Para a aprovação a cursista deverá ler o conteúdo de todas as aulas e participar, pelo menos, duas atividades de Fórum, bem como preencher todos os questionários.

Critérios de aprovação

Ao final, as mulheres aprovadas receberão certificado de conclusão do curso. Coordenador do Curso

Ms. Aline Tomaz de Carvalho

2.Plano de aula 2.1 Meta de aprendizagem Aula

Objetivos de aprendizagem Identificar a sistemática do Curso Online Saúde Mamária (carga horária, metodologia da formação, material básico e material de apoio);

01

Conhecer o Ambiente Virtual de aprendizagem da formação;

Temática

-Apresentação do Curso (metodologia, carga horária, objetivos de aprendizagem, sistemática de avaliação).

Apresentação do Moodle e da Tutora.

Estratégias Facilitadoras da Aprendizagem Aula em Hipertexto com figuras e texto com linguagem dialógica.

Práticas

-

-Descrição das imagens disponibilizadas

Avaliação

A avaliação ocorrerá de acordo com os critérios abaixo:

Pontualidade; Acesso ao conteúdo

Agenda do Curso disponível como material complementar.

-Compreender a sistemática de avaliação que será utilizada na Formação; Apreender dicas para a participação de um curso na modalidade a distância.

02

Conhecer a definição de câncer, da anatomia da mama e de câncer de mama propriamente dito. Compreender a situação do câncer em todo o mundo e dos fatores de risco para a doença.

Câncer de Mama: O que é e o que saber. Anatomia da mama

Aula em Hipertexto Acessível com figuras e texto com linguagem dialógica.

População de Risco Estatísticas do câncer de Mama no mundo e no Brasil.

Áudio com descrição detalhada da anatomia da mama..

Fórum de discussão sobre alguma experiência vivida em relação ao Câncer de Mama.

A avaliação ocorrerá de acordo com os critérios abaixo: Pontualidade; Linguagem, coesão e coerência;

91

Objetividade e clareza; Organização; Seguimento do roteiro proposto para a atividade. Pontualidade;

Compreender a diferença entre prevenção e detecção precoce. 03 Conhecer os exames que compõem a prática de detecção precoce da doença.

Diferenças entre as estratégias de prevenção e as de detecção precoce da doença. Exame clínico das Mamas

Aula em Hipertexto Acessível.

Mamografia; Ultrassonografia.

Fórum de discussão sobre a realização de algum dos exames de detecção precoce e sobre como foi esta experiência.

Linguagem, coesão e coerência; Objetividade e clareza; Organização; Seguimento do roteiro de planejamento proposto. Nível de interação entre os alunos do grupo. Compromisso;

Conhecer o modelo de funcionamento do Sistema Único de Saúde e 04

Compreender a sistematização do Sistema Único de Saúde para a realização dos exames de detecção precoce do câncer de mama.

A detecção precoce do Câncer de Mama no Sistem Único de Saúde. Assistência à mulher na detecção precoce do câncer de mama. Principais funções e competências do tutor.

Aula em Hipertexto Acessível.

Fórum de discussão sobre os tipos de sistema de saúde (SUS ou particular) utilizados pelas cursistas, com apresentação das vantagens, desvantagens e dificuldades encontradas.

Pontualidade; Clareza; Objetividade; Linguagem, coesão e coerência; Relação entre teoria e prática; Nível de interação com os alunos e com o tutor.

92

Encerramento do curso com realização de teste final e avaliação do curso pelo aluno.

05

3.

Questionário de Pós-Teste Questionário de Avaliação de Tecnologia Assistiva (QUATA)

Aula em Hipertexto com Questionários Acessíveis.

Questionários para a avaliação da aprendizagem e avaliação do curso como um todo.

Compromisso; Pontualidade; Clareza Preenchimento completo dos questionários.

Organização curricular

3.1 Aulas virtuais Aulas Aulas

Período

Tipo

Descrição da Aula Tópico 1 – Apresentação do Curso de Formação de Tutores-CFT

01 – Introdução ao uso do Moodle

2015.2 2016.1

Acompanhamento à distância.

Tópico 2 – O Ambiente Moodle do Curso Tópico 3 – Sistemática de Avaliação do Curso Online Saúde Mamária

02 – O que é o Câncer de Mama?

Tópico 01 – O que é o Câncer de Mama 2015.2 2016.1

Acompanhamento à distância.

Tópico 02 - População de Risco Tópico 3 – Estatísticas

03 - Detecção Precoce do Câncer de Mama

Tópico 01 - Prevenção x Detecção Precoce 2015.2 2016.1

Acompanhamento à distância.

Tópico 02 - O Exame Clínico das Mamas Tópico 03 - A Mamografia Tópico 04 - Ultrassonografia

04 - A Detecção Precoce do Câncer de Mama no Sistema Único de Saúde

2015.2 2016.1

Tópico 01 – A Detecção Precoce do Câncer de Mama no Sistema de Saúde Acompanhamento à distância

Tópico 2 - E como o sistema funciona para a assistência à Mulher na Detecção Precoce do Câncer de Mama?

93

2015.2

05 - Vamos ver o que você aprendeu?

2016.1

Acompanhamento à distância

Tópico 01 – Vamos ver o que você aprendeu? Tópico 2 – Questionário Pós-teste Tópico 3 - Questionário De Avaliação De Tecnologia Assistiva

3.2 Fóruns Aula

Período 2015.2

02 – Fórum 01 2016.1 2015.2 03- Fórum 02 2016.1

2015.2 04 – Fórum 03 2016.1

Descrição Proposta da Atividade Relate e discuta com as colegas sobre alguma experiência que você tenha vivido sobre o câncer de mama. Leia na página seguinte como utilizar a ferramenta Fórum. Proposta da atividade: Você já fez algum desses exames? Discuta com as suas colegas como foi esta experiência Proposta da atividade: Discuta com as colegas sobre os tipos de sistema de saúde (SUS ou particular) que vocês utilizam para realizar os exames de detecção precoce, apresentando suas vantagens e desvantagens e as principais dificuldades encontradas.

3.3 Referências bibliográficas

Aula Aula 1

Material BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Câncer. Rio de Janeiro, 2011b. Disponível em: . Acesso em: 05 mar 2011.

Aula 2 BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Controle do Câncer de Mama: Documento de Consenso. Rio de Janeiro: INCA, 2004. SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA. Câncer de Mama. Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: http://www.sbmastologia.com.br/index/index.php/entendendo SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA. Câncer de Mama. Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: http://www.sbmastologia.com.br/index/index.php/entendendo. Aula 3

SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA. Prevenção. Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: http://www.sbmastologia.com.br/index/index.php/prevencao BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2010: Incidência de

94

Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2009a.

Aula 4

BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Ações de Prevenção Primária e Secundária no Controle do Câncer. In: Ações de Enfermagem para o Controle do Câncer: Uma Proposta de Integração Ensino-Serviço. 3ª ed. Rio de Janeiro: INCA, 2008. P. 156245.

4. Docentes efetivos envolvidos no curso 4.1 Tutores virtuais Turma

Tutor

1,2,3,4,5

Aline Tomaz de Carvalho

Email [email protected]

95

APÊNDICE B – CARTA CONVITE PARA ESPECIALISTAS

Prezado (a) Senhor (a), Sou Aline Tomaz de Carvalho, enfermeira e discente do Curso de Doutorado em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Estou realizando um estudo intitulado VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES e, venho por meio desta, convidar vossa senhoria a participar da minha pesquisa como especialista. Caso aceite contribuir com o estudo, entregarei um kit composto por um documento que contém 40 questões construídas a partir de um conteúdo previamente validado sobre saúde mamária para que as mesmas sejam avaliadas pelo (a) senhor (a) e classificadas quanto à pertinência e o grau de complexidade (baixa, média e alta) e o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Esta avaliação se dará pela formação de um comitê de especialistas o qual será formado por, no mínimo sete três profissionais da área da saúde. Ressalta-se que a formação do comitê é de suma importância, visto que, com a contribuição de todos, será dada ao conteúdo confiabilidade científica. A reunião realizar-se-á no dia 01 de setembro de 2014 às 14 horas, no Laboratório de Comunicação em Saúde (LABCOM), no Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Agradeço previamente sua colaboração e caso tenha alguma dúvida, estou disponível no telefone: (85) 9758-8021 e e-mail: [email protected] Sua presença é fundamental para a riqueza das discussões e contribuição no processo avaliação do Curso Online Saúde Mamária.

Aline Tomaz de Carvalho

96

APÊNDICE C – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA OS ESPECIALISTAS

Sou Aline Tomaz de Carvalho, enfermeira e aluna do Curso de Doutorado em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Estou convidando-o a participar como especialista desta pesquisa cujo título é: VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES. O objetivo deste estudo é avaliar se esta tecnologia educativa é estratégia válida para educar mulheres cegas e videntes sobre o câncer de mama com enfoque na detecção precoce. Farão parte deste estudo especialistas na temática para avaliarem um banco de 40 questões quanto à pertinência e grau de complexidade (baixa, média e alta) as quais serão sorteadas para comporem os instrumentos de pré e pós teste na coleta de dados da pesquisa. Caso queira participar, você receberá previamente um kit para que contém o documento com as questões, a carta convite, o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Você será convidado a comparecer ao Laboratório de Comunicação em Saúde, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará para a avaliação da Tecnologia online, no dia __ de setembro de 2014 Às 14 horas, onde participarão simultaneamente mais seis especialistas. As correções serão feitas simultaneamente, para que, ao final, as questões sejam avaliadas pelo consenso entre os especialistas. Vale ressaltar que toda a discussão será gravada em vídeo para aproveitamento dos detalhes da discussão em posterior análise. Esclareço desde já que sua participação não é obrigatória e que todas as suas informações serão mantidas em sigilo impedindo qualquer forma de identificação por outros, com o intuito de preservar seu anonimato sua segurança. Além disto, reforço que as informações utilizadas neste estudo tem como único objetivo colaborar com esta tese de doutorado além de divulgação dos resultados em relatórios e revistas científicas. É assegurada a desistência da participação em qualquer etapa do processo de avaliação sem nenhum dano ou prejuízo, sendo retirado o consentimento e seus dados da referida pesquisa. Em caso de dúvidas procure-me no endereço: Rua Luiza Miranda Coelho, 50. Bloco 01, Apto 103. Bairro Eng. Luciano Cavalcante. Cep.: 60.811-110. Tels.: (85)89599550/ (85) 97588021. E-mail: [email protected] O Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará encontra-se disponível para esclarecer dúvidas e/ou reclamações: Rua Cel. Nunes de Melo, 1127, Rodolfo Teófilo; Tel.: (85) 3366-8344. Sua participação é muito valiosa. Espero poder contar com suas contribuições. Agradeço desde já. Atenciosamente __________________________________________ Pesquisadora Aline Tomaz de Carvalho

CONSENTIMENTO PÓS-ESCLARECIMENTO: Eu,_________________________________, RG ______________________ declaro que tomei conhecimento do estudo VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA

97

PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES, realizado pela pesquisadora Aline Tomaz de Carvalho, compreendi seus objetivos, concordo em participar da pesquisa. Fortaleza, _____de __________________de 2014.

______________________________________ Assinatura da participante

98

APÊNDICE D – CARTA CONVITE PARA OS COORDENADORES DAS INSTITUIÇÕES DE ASSITÊNCIA AO CEGO Prezado (a) Senhor (a), Sou Aline Tomaz de Carvalho, enfermeira e discente do Curso de Doutorado em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Estou realizando um estudo intitulado VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES e, venho por meio desta, solicitar a vossa senhoria o apoio na divulgação e recrutamento de mulheres cegas, maiores de 18 anos, com habilidades para utilizar o computador e acessar a internet. Estas farão parte da minha pesquisa como cursistas (alunas) do Curso Online Saúde Mamária, no Ambiente de Aprendizagem Moodle, juntamente com mulheres videntes (não cegas) para avaliarmos a interação como ferramenta de educação inclusiva. Caso estas mulheres aceitem contribuir com o estudo, deverão assinar o termo de consentimento livre e esclarecido, acessar o ambiente Moodle, realizar cadastro, solicitar matrícula e participar da leitura, atividades e questionários propostos. Um destes questionários deverá ser respondido antes do acesso ao conteúdo e o outro ao final do curso para avaliar sua aprendizagem. Haverá um terceiro questionário para que elas avaliem o curso em sua totalidade. Ressalta-se que a avaliação destas mulheres é de suma importância, visto que, com a contribuição de todos, busca-se informar mulheres cegas e videntes sobre o câncer de mama e proporcionar um ambiente de educação inclusiva. Agradeço previamente sua colaboração e caso tenha alguma dúvida, estou disponível nos telefones: (85) 89599550; (85) 97588021 e e-mail: [email protected] Agradeço desde já. Ateciosamente, Aline Tomaz de Carvalho

99

APÊNDICE E – CARTA CONVITE PARA AS MULHERES CEGAS E VIDENTES Prezada Senhora, Sou Aline Tomaz de Carvalho, enfermeira e discente do Curso de Doutorado em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Estou realizando um estudo intitulado VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES e, venho por meio desta, convidar vossa senhoria a participar da minha pesquisa como cursista (aluna) do Curso Online Saúde Mamária, no Ambiente de Aprendizagem virtual Moodle. Caso aceite contribuir com o estudo, você deverá responder este e-mail com seu endereço residencial para que eu possa enviar um envelope que conterá um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e um envelope pré-franqueado. Ao receber, você deverá assinar o termo de consentimento livre e esclarecido e enviá-lo para mim, pelo correio neste envelope, visto que ele não acarretará custos para você. Ao reenviar este termo você receberá login e senha para acessar o Moodle, participar da leitura, atividades e questionários propostos. Um destes questionários deverá ser respondido antes do acesso ao conteúdo e o outro ao final do curso para avaliar sua aprendizagem. Haverá um terceiro questionário para que você avalie o curso em sua totalidade. Ressalta-se que a sua avaliação é de suma importância, visto que, com a contribuição de todos, busca-se informar mulheres cegas e videntes sobre o câncer de mama e proporcionar um ambiente de educação inclusiva. Agradeço previamente sua colaboração e caso tenha alguma dúvida, estou disponível no telefone: (85) 8611-7551 e e-mail: [email protected]

Aline Tomaz de Carvalho

100

APÊNDICE F– TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA CURSISTAS DO CURSO ONLINE SAÚDE MAMÁRIA

Sou Aline Tomaz de Carvalho, enfermeira e aluna do Curso de Doutorado em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Estou convidando-o a participar como cursista (aluno) desta pesquisa cujo título é: VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES. O objetivo deste estudo validar o Curso Online Saúde Mamária, ou seja, verificar se é uma ferramenta válida para a educação de mulheres cegas e videntes sobre câncer de mama com enfoque na detecção precoce. O curso está hospedado no ambiente virtual de aprendizagem Moodle. Participarão desta etapa mulheres cegas e videntes, maiores de 18 anos, com habilidade para utilizar o computador. Caso queira participar, você deverá preencher o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido com as informações necessárias e este deverá ser devolvido para que você seja incluída como participante de uma turma. Em seguida, deverá acessar o ambiente, criar Login e Senha, solicitar matrícula no curso Saúde Mamária e, após a confirmação da matrícula e formação da turma (mínimo de 20 cursistas e máximo de 40), deverá preencher um instrumento que contém questões sobre o tema, para avaliarmos o seu conhecimento inicial. Então será disponibilizado o conteúdo, distribuído em 5 aulas, as quais serão acessadas quando a anterior for encerrada, até que se finalizem todas as aulas. Ao final, você deverá preencher outro instrumento com questões sobre o tema, bem como um instrumento que avalia o curso online quanto aos seus objetivos, acesso, clareza, estrutura e apresentação, relevância e eficácia e interatividade. Esclareço desde já que sua participação não é obrigatória e que todas as suas informações serão mantidas em sigilo impedindo qualquer forma de identificação por outros, com o intuito de preservar seu anonimato sua segurança. Além disto, reforço que as informações utilizadas neste estudo tem como único objetivo colaborar com esta tese de doutorado além de divulgação dos resultados em relatórios e revistas científicas. É assegurada a desistência da participação em qualquer etapa do processo de avaliação sem nenhum dano ou prejuízo, sendo retirado o consentimento e seus dados da referida pesquisa. Em caso de dúvidas procure-me no endereço: Rua Luiza Miranda Coelho, n 50, bloco 01, apto 103.

Bairro

Eng.

Luciano

Cavalcante.

Telefones:

(85)97588021/

(85)

89599550.

E-mail:

[email protected] O Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará encontra-se disponível para esclarecer dúvidas e/ou reclamações: Rua Cel. Nunes de Melo, 1127, Rodolfo Teófilo; Tel.: (85) 3366-8344. Sua participação é muito valiosa. Espero poder contar com suas contribuições. Agradeço desde já. Atenciosamente __________________________________________ Pesquisadora Aline Tomaz de Carvalho

101

CONSENTIMENTO PÓS-ESCLARECIMENTO: Eu, número do CPF ( ), tendo compreendido perfeitamente tudo o que me foi informado sobre a minha participação no mencionado estudo e estando consciente dos meus direitos, das minhas responsabilidades, dos riscos e dos benefícios que a minha participação implica, concordo em dele participar e para isso dou o meu consentimento sem que para tal tenha sido forçado ou obrigado. Declaro que este termo foi devidamente orientado e esclarecido sobre a pesquisa VALIDAÇÃO DE CURSO ONLINE ACESSÍVEL SOBRE SAÚDE MAMÁRIA PARA MULHERES CEGAS E VIDENTES. Compreendi seus objetivos, concordo em participar da pesquisa. Fortaleza, _____de __________________de 2012. CPF do sujeito da pesquisa (

)

102

APÊNDICE G – PRÉ-TESTE: AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO PRÉVIO SOBRE CÂNCER DE MAMA E DETECÇÃO PRECOCE 1ª No câncer, o crescimento desordenado de células forma uma massa de tecido denominada tumor R. ___________ 2ªTodas as mulheres devem receber atendimento inicial e acompanhamento pelas equipes dos postos de saúde e, se necessário, serem encaminhadas pelos profissionais desta unidade para unidades de média ou de alta complexidade. R.____________ 3ªMulheres com idade inferior a 50 anos tem necessidade de realizar mamografia apenas se consideradas grupo de risco ou se apresentarem sintomas. R.____________

4ª No Sistema Único de Saúde, o SUS, os exames de detecção precoce são realizados apenas em hospitais de alta complexidade. R. .____________

5ª A prevenção do câncer de mama se refere à não exposição a fatores de risco evitáveis como radiação ionizante, estresse. R. .____________

6ª A ultrassonografia possibilita obter imagens de melhor qualidade e é muito importante como complemento à mamografia. R. .____________

7ª O câncer de mama é uma doença que pode ser tratada de diversas maneiras. As opções de tratamento para cada mulher dependem do tamanho e da localização do tumor na mama, dos resultados dos exames e do estágio da doença. R. .____________

8ª A mama é composta por gordura, glândulas e tecido conjuntivo. Situa-se abaixo da pele e se estende até a axila, onde encontram-se os linfonodos ou nódulos axilares. R. .____________ 9ª Para prevenir o câncer de mama inicia-se com hábitos saudáveis, como dieta balanceada, prática regular de atividade física, evitando assim o sobrepeso. Além disto, é importante que a mulher evite o estresse, o uso do cigarro e do álcool, a exposição a radiações, dentre outros. R. .____________

10ª Não existe explicação definida para o começo do câncer de mama. Porém, acredita-se que a associação de alguns fatores pode determinar o início da doença. Estes fatores são chamados de risco e são divididos em não evitáveis e evitáveis.

103

R. .____________

11ª Na fase inicial, geralmente o câncer não causa dor, mas à medida que as células crescem, ele pode causar alterações como: Nódulo na mama ou axila, alteração do tamanho e forma da mama em relação à outra, presença de secreção escura, sensação de dor, calor, inchaço e enrugamento da pele do mamilo e da aréola semelhante à casca de laranja. R. .____________

12ª A mamografia é capaz de identificar pequeno nódulo, discreta diferença entre as duas mamas ou pequeno ponto de calcificações que podem significar o início de uma doença ainda com totais possibilidades de controle. R. .____________

13ª. Para o câncer de mama são considerados fatores de risco evitáveis como a exposição de mulheres jovens à radiação ionizante, os hábitos de vida como o sedentarismo, o sobrepeso, os quais a mulher pode modificar. R. .____________

14ª. Existem alguns grupos de pessoas consideradas com risco elevado para o câncer de mama como por exemplo: Mulheres cuja mãe, irmã ou filha já tiveram o câncer de mama, abaixo dos 50 anos de idade ou Mulheres que tiveram doenças mamárias benignas, como cistos ou nódulos benignos. R. .____________

15ª As mulheres encaminhadas para as unidades de média complexidade poderão aí realizar a mamografia solicitada, bem como realizar punções, biópsias e tratar lesões benignas caso seja necessário. R. .____________

104

APÊNDICE H –PÓS-TESTE: AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE CÂNCER DE MAMA E DETECÇÃO PRECOCE APÓS A PARTICIPAÇÃO NO CURSO ONLINE SAÚDE MAMÁRIA. 1ª O câncer é ocasionado pelo crescimento desordenado e incontrolável de células em determinado órgão. R. .____________

2ª No Exame Clínico das Mamas, o profissional faz a palpação da mama em busca de alterações. R. .____________

3ª Pela mamografia, é possível detectar pequenas alterações, o que permite detectar o câncer ainda no início. R. .____________

4ª Mulheres que atingiram a menopausa devem escolher um dia de sua preferência no ano para realizar o Exame Clínico das Mamas com o médico ou enfermeiro. R. .____________

5ª Um dos sintomas que está sempre presente nos casos de câncer de mama é a dor. R. .____________

6ª A ultrassonografia das mamas deve ser realizada por mulheres jovens, antes dos 30 anos. R. .____________

7ª Mulheres que retiraram a mama (Mastectomizadas) devem continuar o acompanhamento médico de acordo com a rotina do serviço de mastologia. R. .____________

8ª No câncer de mama pode ocorrer a metástase quando as células cancerosas penetram nos vasos linfáticos, e podem chegar aos nódulos ou "caroços" da axila. R. .____________

9ª O autoexame/auto palpação das mamas deve ser realizado pela mulher para o conhecimento do próprio corpo e sua realização não substitui o exame clínico feito pelo profissional de saúde.

105

R. .____________

10ª Para o câncer de mama são considerados fatores de risco não evitáveis aqueles que a mulher não pode modificar ou evitar sua exposição, como os fatores genéticos, ou seja, aqueles que a mulher herdou de sua família. R. .____________

11ª A mulher deverá procurar o serviço de saúde quando todos os seguintes sintomas estiverem presentes: nódulo na mama ou axila, alteração do tamanho e forma da mama em relação à outra, presença de secreção escura, sensação de dor, calor, inchaço e enrugamento da pele do mamilo e da aréola semelhante à casca de laranja. R. .____________

12ª Durante o exame clínico podem ser identificadas apenas alterações mamárias visíveis como o aumento importante de uma mama em relação à outra, ou retração da mama ou do mamilo. R. .____________

13ª São fatores de risco relacionados com o ciclo reprodutivo da mulher: Primeira menstruação tardia; primeira gestação antes dos 30 anos, terapia de reposição hormonal. R. .____________

14ª Nódulo na mama ou axila, alteração do tamanho e forma da mama em relação à outra, presença de secreção escura, sensação de dor, calor, inchaço e enrugamento da pele do mamilo e da aréola semelhante à casca de laranja são alterações que podem significar câncer de mama. R. .____________

15ª A mulher que tiver diagnóstico de câncer de mama confirmado deverá ser encaminhada a uma unidade de alta complexidade para o tratamento da doença, o qual pode ser cirúrgico, radioterápico ou quimioterápico. R. .___________

106

ANEXOS ANEXO A QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA Prezada Senhora, Este instrumento tem por objetivo registrar a sua avaliação em relação à Tecnologia Assistiva (TA). Você deverá avaliar a Tecnologia Assistiva (TA). Para cada área, você deverá atribuir nota de 0 a 2, como desejar, de acordo com a legenda abaixo: (0) Inadequado: o Curso Online Saúde Mamária não atende a definição do item. (1) Parcialmente adequado: Curso Online Saúde Mamária atende parcialmente a definição do item (2) Adequado: Curso Online Saúde Mamária atende a definição do item.

Atributos

Item

Objetivos

Acesso

1

Relaciona o conteúdo abordado no seu dia a dia

2

Esclarece as dúvidas sobre o conteúdo abordado

3

Estimula a aprendizagem sobre o conteúdo abordado

4

Estimula a aprendizagem de novos conceitos ou fatos

5

Permite-lhe buscar informações sem dificuldades

6

Disponibiliza os recursos adequados e necessários para sua

0

1

2

utilização Clareza

7

Apresenta informações necessárias para melhor compreensão do conteúdo

Estrutura

e

apresentação Relevância

e

eficácia

Interatividade

8

O conteúdo da informação está adequado às suas necessidades

9

Apresenta as informações de modo simples

10

Apresenta o conteúdo de forma organizada

11

Possui estratégia de apresentação atrativa

12

Permite-lhe refletir sobre o conteúdo apresentado

13

Desperta o seu interesse para utilizá-la

14

Estimula uma mudança de comportamento em você

15

Reproduz o conteúdo abordado em diferentes contextos

16

Oferece interação, envolvimento ativo no processo educativo

17

Possibilita navegar sem dificuldades pelos links apresentados

18

Fornece autonomia ao usuário em relação à sua operação

Fonte: (GUIMARÃES, CARVALHO, PAGLIUCA, 2015) Caso seja do seu interesse, você poderá comentar, criticar ou sugerir os aspectos que considerou como positivos ou negativos na TA.

107

ANEXO B – PARECER DO COMITÊ DE ÉTICA

108