Concurso Vestibular. 6 de dezembro de Caderno de Prova

Concurso Vestibular 6 de dezembro de 2015 Caderno de Prova Concurso Vestibular Geral - 6 de dezembro de 2015 2 Instruções Você está recebendo um...
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Concurso Vestibular

6 de dezembro de 2015

Caderno de Prova

Concurso Vestibular Geral - 6 de dezembro de 2015

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Instruções Você está recebendo um caderno contendo: • • •

as propostas de Redação; 35 questões objetivas de Conhecimentos Gerais e Específicos; 5 questões objetivas de Língua Espanhola ou Língua Inglesa.

Leia atentamente as questões e escolha, para cada uma delas, a resposta certa. Você deverá responder as questões de Língua Espanhola ou de Língua Inglesa, conforme sua opção no ato de inscrição. Assinale as alternativas de sua escolha no caderno de questões, e, após isso, transcreva-as para a folha definitiva de respostas. Assine a folha definitiva de respostas a caneta. Atenção: Você poderá entregar a prova somente depois de transcorridas 2h (quatro)horas a partir do seu início. Duração da Prova: 3h(três horas).

BOA PROVA!

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Prova de Redação INSTRUÇÕES: 1) - Nesta prova, há duas propostas de dissertação argumentativa. Você deverá desenvolver apenas uma delas. Procure ler atentamente os textos-suporte e as respectivas orientações para elaborar a dissertação, e escolha aquela com a qual você tenha maior afinidade ou aquela que trata de assunto acerca do qual você tenha maior conhecimento. 2) - Dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar. Escreva o título no lugar apropriado na folha de prova. 3) - A redação deve ser escrita a caneta azul ou preta, em prosa, com um mínimo de 20 (vinte) linhas das 35 (trinta e cinco) linhas contidas na folha de redação. Antes de passá-la a limpo, faça revisão do texto, observando sua adequação à modalidade escrita culta. Escreva seu texto com letra legível. ATENÇÃO: Casos de ANULAÇÃO da REDAÇÃO e ELIMINAÇÃO do candidato no CONCURSO: n não atendimento à proposta solicitada, o que configurará “Fuga ao tema”; n Folha de Redação “Em Branco”; n desenhos, impropérios ou partes desconectadas do tema proposto; n texto escrito a lápis; n nome do candidato, pseudônimo, a b r e v i a t u r a ou quaisquer palavras que possam identificar o candidato; e n menos de 5 (cinco) linhas, qualquer que seja o conteúdo.

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Proposta A – Dissertação argumentativa Leia o texto abaixo, extraído da crônica Dor e amor pelo Brasil, escrito pela colunista Lya Luft e publicado na revista VEJA: O desinteresse pelo chamado bem do povo, conceito amplo demais que cada um pode usar a seu favor, fundamenta o mais longo dos capítulos do livrinho [referência ao livro “Paisagem Brasileira”, da autora, publicado recentemente]: a educação. Que, no Brasil deste momento, está relegada a um plano muito remoto e desimportante. Só nos últimos nove meses, mudou-se três vezes o ministro dessa pasta importantíssima: que trabalho poderia ser realizado? Aliás, a troca de ministros nestes dias é um assombro: poucos têm preparo específico para sua pasta, mas correspondem a interesses do governo. A um deles, indagado como faria se seu ministério não era de sua especialidade, teria sido dado o comando: “Vai tocando, vai tocando”. (...) Há momentos em que minha esperança se reacende e se afirma, porque vejo que ainda somos uma democracia (...). Mas multiplicam-se (...) tratativas e comércio de troca de favores, cada dia mais assustadores – e então minha esperança mais uma vez treme. Revista Veja. 14 out. 2015, p.22.

Redija uma dissertação argumentativa abordando a importância do preparo intelectual, cultural e técnico de pessoas que ocupam e exercem cargos e funções governamentais, a fim de que esse exercício não aconteça de improviso, mas com segurança e competência, para assegurar o progresso e o respeito de uma nação.

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Proposta B – Dissertação argumentativa Leia a fábula abaixo, escrita pelo humorista brasileiro Millôr Fernandes: O tamanho do homem Diz-se que o Sátrapa [antigo governador de província, entre os persas] oriental ganhou, de outro potentado, um corte de maravilhosa seda, rara e transparente. Chamou imediatamente o alfaiate da corte e perguntou-lhe o que podia fazer com tal fazenda. O alfaiate examinou bem a fazenda, mediu a fazenda, mediu o tirano e disse-lhe, contrafeito, que o pano não dava para mais do que um colete. O Sátrapa estranhou, mas não disse nada. Meses depois, viajando por uma província distante, levou consigo a fazenda e consultou célebre alfaiate da região. O homem examinou a peça e disse que com ela poderia fazer uma toga [beca]. O tirano pegou então a fazenda e, numa viagem que fez a um país vizinho, consultou outro alfaiate. Este lhe disse que a fazenda dava para uma toga e um colete. Já excitado em sua curiosidade o Sátrapa esperou uma viagem que fez para o ponto mais distante a que jamais viajara, um país do ocidente que até então lhe era completamente hostil e lá consultou também um famoso alfaiate. Este, depois de examinar rapidamente a seda, disse-lhe que com ela poderia fazer uma toga, uma túnica, um colete, vários lenços e um turbante. O tirano então não se conteve e perguntou: “Como se explica, ó mestre, que você com esse pano possa fazer tanto se o alfaiate da minha corte, destro e competente como é, declarou-me que com ele não podia fazer mais do que um colete?” “Ah” – respondeu então o alfaiate – “é que, na sua terra, o senhor é um grande homem”. FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 4. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1976, p. 55.

Redija uma dissertação argumentativa abordando o fato de que a importância social do homem e seu prestígio na sociedade são traços relativos, e não absolutos, dependem do meio em que ele vive e do meio em que ele se encontra a cada momento de sua vida.

Conhecimentos Gerais e Específicos Área de Linguagens Leia o texto para responder às questões de 1 a 4 Samurais x ciências humanas 01 02 03 04

Alguém acorda essas pessoas e diz para pararem de inventar termos ridículos que só servem para teses que ninguém vai ler?

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Dizem por aí que o Japão, a nação samurai, quer acabar com as ciências humanas. Será? Não acho a ideia toda má, se levarmos em conta alguns dos absurdos que abundam nas ciências humanas. Vejamos algumas pérolas: “A humanidade não se divide em homem e mulher”, “o corpo não existe, é apenas uma representação social”, “tudo é ideologia, menos Marx e Foucault, esses são para valer”, “as leis de mercado não são naturais, são inventadas pelos opressores”, “governo que gasta mais do que ganha não quebra”[...] Alguém, por favor, acorda essas pessoas e diz para eles pararem de inventar termos ridículos que servem apenas para teses que ninguém vai ler e para seus 15 amigos?! Autores como Thomas Sowell, em livros como “Os Intelectuais e a Sociedade”, traduzido pela editora É Realizações, têm falado desses delírios. Os intelectuais (os “ungidos”, como fala Sowell) acham que entendem o mundo melhor do que as pessoas que o sustentam há milênios. De dentro de seus gabinetes, como dizia Edmund Burke (1729-97), em pleno século 18, produzem suas “teorias de gabinetes” achando que sabem de tudo. Só alguém que delira diz absurdos como os de que a humanidade não está dividida em homem e mulher, mesmo que gêneros minoritários habitem entre nós com todo o direito de assim o ser. Ou que o corpo seja uma representação social, mesmo que dimensões culturais façam parte de nossa percepção dos corpos. Será que, mesmo diante de um câncer, esses gênios do nada dirão que o “corpo é uma representação social”? Qual seria a “representação social” de um câncer? Opressão celular? A proposta samurai se ancoraria na ideia de que as ciências humanas há muito tempo não nos ajudam em muita coisa. Sociólogos como Norbert Elias (1897-1990) já temiam pelas ciências sociais e sua irrelevância, já que não nos ajudam em nada para evitar problemas reais. Outro detalhe que parece sustentar a proposta samurai é a queda vertiginosa na fertilidade das mulheres japonesas: parece que as meninas de lá, como todas as meninas de países ricos, não querem mais ser mães. Querem o

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sucesso profissional. Esse tema é importante porque impacta diretamente, entre outras coisas, o mercado da educação, coisa que por aqui também já sentimos. Faltam jovens para preencher as vagas das escolas e das faculdades. O foco mesmo da proposta samurai, no entanto, seria a inutilidade das ciências humanas para os seres humanos. Temo que a culpa seja nossa. Transformamo-nos em seres alienados, que acreditam que as bobagens que se fala em aula e em teses descrevem a vida das pessoas[...] As ciências humanas se tornaram incapazes de dialogar com a realidade. Criaram um “mundinho bobo de teses emancipatórias”[...] Afirmam que tudo é “construção social”, mesmo que uma pedra lhes caia sobre a cabeça todo dia. O nome disso é surto psicótico. Há um surto correndo solto em muitos departamentos de ciências humanas. Há décadas se detona a família. Detona-se o homem, seus afetos e inseguranças, ensina-se às mulheres que os homens são seus inimigos. Christopher Lasch (1932-94) acertou em cheio quando identificou nesse “ódio ao sexo oposto” uma incapacidade típica da cultura do narcisismo. Narcisistas são pessoas incapazes de se arriscar na vida. Preferem lamber suas próprias imagens no espelho. Quem sabe a espada samurai nos ajude a recobrar a consciência de nosso ridículo. Já passou da hora.

(Texto de Luiz Felipe Pondé, 28, set. 2015. Disponível em: linkis.com/www1.folha.uol.com.br/Samurais_x_ciencias_1.html. Acesso em: 30, out. 2015)

Questão Nº 01 Podemos inferir, a partir da leitura do texto, que o autor A) usa o termo “pérolas’’ (linha 10) para se referir às teorias dos sábios da área de ciências humanas. B) considera que o corpo humano nasce um ser sem gênero definido e que na vida social é que irá escolher a que gênero quer pertencer. C) faz uma crítica aos gêneros minoritários por considerá-los “teóricos de gabinetes” que acham que sabem tudo. D) divulga e aprova uma nova teoria desenvolvida por um grupo de samurais que vive no Japão. E) defende que o corpo humano não é uma mera representação social conforme pregam as teses emancipatórias .

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Questão Nº 02 A respeito dos elementos constitutivos do texto, é correto afirmar que: A) Em “Dizem por aí que o Japão, a nação samurai, quer acabar com as ciências humanas”, a forma verbal em negrito refere-se a um sujeito determinado que pratica a ação indicada pelo verbo. B) Em “Transformamo-nos em seres alienados, que acreditam que as bobagens que se fala em aula e em teses descrevem a vida das pessoas”, a forma verbal em negrito teria que ser “acreditamos”, para adequar-se à norma culta. C) A frase “Temo que a culpa seja nossa” (linha 61) revela, de modo implícito, que o autor faz parte da área de ciências humanas. D) A “proposta samurai” (linha 43) , mencionada pelo autor, diz respeito às questões de fertilidade das mulheres japonesas que optam por não ter filhos em detrimento do sucesso profissional. E) A expressão “espada samurai” (linha 91) diz respeito ao corte do número de vagas nas escolas e faculdades do Japão, o que contribui para evitar teses que ninguém vai ler.

Questão Nº 03 Leia os períodos para responder ao que se pede: I) De dentro de seus gabinetes, como dizia Edmund Burke (1729-97), em pleno século 18... II) Só alguém que delira diz absurdos como os de que a humanidade não está dividida em homem e mulher... III) parece que as meninas de lá, como todas as meninas de países ricos, não querem mais ser mães. IV) Os intelectuais (os “ungidos”, como fala Sowell) acham que entendem o mundo melhor do que as pessoas que o sustentam há milênios. É CORRETO dizer que estabelecem relação de comparação entre as orações, as asserções contidas em: A) B) C) D) E)

I e II, IV, apenas I, II e III, apenas II e III, apenas I e IV, apenas III e IV, apenas

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Questão Nº 04

Questão Nº 06

Em: “Alguém, por favor, acorda essas pessoas e diz para eles pararem de inventar termos ridículos que servem apenas para teses que ninguém vai ler e para seus 15 amigos?!”, as formas verbais em negrito

No conto A caçada, de Lygia Fagundes Telles, o narrador emprega imagens de percepção sensória. Relacione os fragmentos a seguir à percepção que eles representam:

A) fogem às regras da norma culta da língua portuguesa. B) estão, aleatoriamente, empregadas segundo a vontade do autor . C) estão empregadas na terceira pessoa do singular do imperativo afirmativo. D) estão empregadas na segunda pessoa do singular do imperativo afirmativo. E) estão inadequadas para um texto jornalístico de circulação nacional.

(1) Olfato (2) Tato (3) Visão ( ( (

Questão Nº 05

( ( (

) “tinha o cheiro de uma arca de sacristia com seus panos embolorados e livros comidos de traça”. ) “com a ponta dos dedos o homem tocou numa pilha de quadros”. ) “uma mariposa levantou vôo e foi chocar-se contra uma imagem de mãos decepadas”. ) “aquele cheiro de folhagem e terra”. ) “a loja foi ficando embaçada”. ) “seus dedos afundaram por entre galhos e resvalaram pelo tronco de uma árvore”.

A sequência CORRETA está contida em: A) B) C) D) E)

312123 123123 213321 123132 331221

Questão Nº 07 Leia o fragmento que segue, retirado da crônica Controle Remoto, de Moacyr Scliar:

Leia as falas dos personagens transcritas dos quadrinhos: I) II) III)

IV)

V)

“Já pensou no fato que a internet está destruindo o nível de atenção das pessoas?” “ Enquanto sociedade pré-internet nunca tivemos grande acesso à informação”. Hoje percebo que estamos gradualmente sem paciência ou até mesmo querendo deixar de entender ideias mais complexas”. “Ou você acha que sempre foi assim e a internet está se tornando válvula de escape para as pessoas com preguiça de pensar?” “ Cara, Você fala muito. Pode resumir?”

Colaboram para o efeito de sentido, na produção do humor, as imagens e as asserções contidas em: A) B) C) D) E)

I, III e V, apenas III, IV e V, apenas I, III, IV e V, apenas I, II e IV apenas II e V, apenas

Mas talvez controle remoto de vídeo, então, permitindo dar-lhes um stop quando necessário, um play quando temos vontade, voltar para trás quando nos assalta a nostalgia. Sim, mas não suportaremos o fast forward, que nos projetará irremediavelmente em direção ao futuro em que eles, os filhos, serão pais, e nós, os pais, seremos – o quê? – nem é bom pensar. (FISCHER, Luís Augusto. Melhores crônicas: Moacyr Scliar. São Paulo: Global, 2004, p.292)

Assinale a alternativa que representa o recurso de produção utilizado pelo autor, na escrita do parágrafo apresentado: A) B) C) D) E)

Neologismo Intertextualidade Futurismo Estrangeirismo Nostalgia

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Questão Nº 08 Leia o fragmento que segue: Filho duma escrava de meu pai, nasceu, o mísero, disforme e horripilante como não há memória de outro. Um monstro, de tão feio. Há anos que vive sozinho, escondido no mato, donde raro sai e sempre de noite. O povo diz dele horrores – que come crianças, que é bruxo, que tem parte com o demo. (LOBATO, Monteiro. Urupês. 2 ed. São Paulo: Global, 2009, p.120)

O personagem descrito no fragmento é um dos seres rudes e maltratados pela vida que fazem parte dos contos de Monteiro Lobato. É considerado uma criatura tão grotesca e digna de compaixão quanto o corcunda de Notre Dame. Assinale a alternativa em que aparece o nome desse personagem: A) B) C) D) E)

Urupês Bocatorta Maneta Laurita Buritan

Língua Inglesa (Para os que fizeram opção por esta modalidade no ato da inscrição) Uma das formas de expressão mais populares nas redes sociais é a chamada selfie, uma espécie de autorretrato. Para que sua foto faça sucesso, algumas pessoas têm ultrapassado os limites do bom senso. Leia a reportagem a seguir e responda às questões de 09 a 13. THE DANGEROUS ART OF THE ULTIMATE SELFIE

Lee Thompson said this snap of himself on top of Christ the Reedmer in Rio was taken safely.

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If 2014 was the year of the selfie, then 2015 could be the year of the health and selfie. This illustrates a growing and serious problem - people are literally dying to take a picture of themselves. 2

In Russia this year there have been a handful of selfie-related fatalities, including the death of two men in the Ural Mountains who posed for a photo while pulling the pin of a grenade. In June, a university graduate died after trying to take a selfie while hanging from a Moscow bridge. Most recently a 17-year-old boy fell to his death from a rooftop as he tried to take his picture for his Instagram page. 3

The problem isn’t just limited to Russia. In the US recently a man died after shooting himself in the neck while taking a selfie. 4 In August, officials at the Waterton Canyon in Colorado were forced to close the park after several people were getting a little too close to the wildlife. 5

“We’ve actually seen people using selfie sticks to try and get as close to the bears as possible, sometimes within 10 feet [3 metres],” said recreation manager Brandon Ransom. And, at Yellowstone National Park, officials issued a warning after five separate incidents of selfie-takers being attacked by bison.

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While in Russia, in response to the number of deaths there, the Interior Ministry launched a campaign warning that “self-photography could cost you your life”. 7

So why are some people risking their life to take the ultimate selfie?

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Lee Thompson - whose snap of himself on top of the Christ the Redeemer statue in Rio de Janeiro went viral in June 2014 – thinks “people see pictures like mine and see how they spread across the world and see a way to make themselves famous for 15 minutes”. 9

A professional photographer, Mr Thompson admits that the picture he took was done as a publicity for his travel company, Flashpack. He did, however, get permission to climb the statue. “I’m not a serial selfie-taker - this shot was to publicise my business. It was the shot I knew I had to get because people love selfies,” he explained. 10

The photographer admits that the trend towards even more dangerous selfies is “getting out of control”. He advises: “Be creative with your pictures but don’t put yourself in danger”. Texto adaptado. Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2015.

Questão Nº 09 O objetivo geral dessa reportagem é: A) orientar os leitores sobre os melhores métodos de segurança para tirar selfies. B) informar os leitores que os russos são os mais audaciosos ao tirar uma selfie. C) mostrar aos leitores como a selfie pode se tornar um veículo de publicidade. D) alertar os leitores sobre riscos envolvidos no desejo de tirar a selfie perfeita. E) conscientizar os leitores de que as selfies na natureza são as mais perigosas.

Questão Nº 10 O conselho do fotógrafo profissional Lee Thompson é para que as pessoas: A) façam selfies com chances de se tornar famosas. B) aproveitem a fama rápida obtida com uma selfie. C) procurem lugares diferentes para tirar uma selfie. D) utilizem as selfies na divulgação de seus negócios. E) sejam criativas e responsáveis ao fazer suas selfies.

Questão Nº 11 De acordo com o 9º parágrafo, Lee Thompson: A) é atleta profissional com permissão para escalar. B) coleciona selfies em pontos turísticos do mundo. C) foi autorizado a fazer a selfie no Cristo Redentor. D) é conhecido por divulgar selfies em redes sociais. E) duvidou do sucesso da selfie no Cristo Redentor.

Questão Nº 12 Releia o slogan da campanha lançada pelo governo russo sobre os limites de uma selfie: “self-photography could cost you your life”. (6º parágrafo) No contexto em que foi empregado, o verbo “could” expressa sentido de: A) preocupação. B) sugestão. C) pedido. D) intenção. E) possibilidade.

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Questão Nº 13 Considere as palavras destacadas em negrito nas frases a seguir: (I) ... posed for a photo while pulling the pin of a grenade... (2º parágrafo)

a l u

(II) ... a 17-year-old boy fell to his death from a rooftop... (2º parágrafo) (III) In the US recently a man died after shooting himself... (3º parágrafo) (IV) In August, officials [...] were forced to close the park... (4º parágrafo)

N

No contexto em que foram empregadas, essas palavras expressam as seguintes ideias, respectivamente: A) pertencimento; destino; lugar; tempo. B) meio; origem; lugar; lugar. C) matéria; origem; tempo; tempo. D) modo; origem; lugar; tempo. E) instrumento; destino; lugar; lugar.

Língua Espanhola (Para os que fizeram opção por esta modalidade no ato da inscrição) Leia o texto para responder as questões 09 a 12 Guerra contra la inmigración? La tragedia humana que tiene lugar a las puertas de la UE conjuga de forma espectacular la profunda imbricación de varios tipos de demanda migratoria; los solicitantes de asilo, huyendo de la descomposición de sus Estados y de las guerras civiles, se suman a los inmigrantes económicos, intentando escapar de la miseria o sencillamente deseosos de vivir más dignamente. Lo novedoso es que los candidatos a la emigración, pertenezcan a la categoría que sea, quieren abrir a toda costa las fronteras de la fortaleza Europa. Esta ofensiva refleja el agotamiento del modelo de gestión migratoria puesto en marcha desde 1985. Con la adopción de los Acuerdos de Schengen (19851990) y su prolongación con los Acuerdos de Dublín (1990-2003), la estrategia comunitaria ha erigido una auténtica barrera de hierro frente a las migraciones externas: cierre de la inmigración laboral para los no comunitarios (compensada con una admisión más flexible de la reagrupación familiar para los inmigrantes instalados legalmente en Europa); reducción drástica de la concesión del estatuto de refugiado y por tanto del derecho de asilo; gestión casi militar del control de fronteras; y adopción, en 2003, del principio por el cual el solicitante de asilo no puede interponer su solicitud en el país final de destino sino en el de llegada a Europa. Si se observa la reacción tanto de los inmigrantes económicos como de los solicitantes de asilo —es decir, recurso inevitable a la inmigración ilegal, incremento de la reagrupación familiar— ante este vasto muro de seguridad, se puede constatar que la presión migratoria,

aunque con el endurecimiento progresivo de las leyes, ha sido mantenida en límites estrechos para la UE. Pero, en paralelo, poniendo en evidencia el carácter cortoplacista de esas medidas, la demanda migratoria no ha cesado de aumentar en los últimos 30 años. Se ha creído que se podía contener, para siempre jamás, un problema estructural de naturaleza demográfica y geoeconómica únicamente con medidas policiales: ¡esto es lo que hoy explota en plena cara de la Unión! La ofensiva conjunta de los solicitantes de asilo, trabajadores comunitarios provenientes de países pobres de la Unión e inmigrantes económicos no comunitarios quiebra finalmente la muralla del imperio europeo. Pero más que nunca, y por causa de la crisis, la mayoría de los países europeos clama su rechazo a la acogida de nuevos inmigrantes; algunos no dudan en desestabilizar la situación de los extranjeros ya instalados legalmente para recortar aún más los derechos o expulsarlos; otros limitan la libre circulación de los trabajadores comunitarios, las opiniones públicas se arman contra la amenaza migratoria, mientras que centenares de miles de desesperados piden ayuda a los pies de la fortaleza sin vacilar a la hora de poner su propia seguridad en juego, transformando su búsqueda de una vida mejor en obligación de socorro a personas en peligro. La tendencia desarrollada estos últimos años ha sido la de la renacionalización de las políticas migratorias, reduciendo a su más simple expresión la capacidad común de gestionar estos flujos, aunque sepamos que son continentales. ¿No hemos asistido, por cierto, en relación al asilo, a un lastimoso espectáculo dado recientemente por países de la zona euro —cuyo PIB se encuentra entre los más altos del mundo— rechazando rotundamente acoger a unos cuantos millares de siniestrados? Esta voluntad de renacionalizar la gestión de flujos, de la que Gran Bretaña ha hecho bandera, es más nefasta que la propia impotencia actual. Y es irrealista, puesto que no tiene en cuenta la complejidad del fenómeno migratorio. Si las políticas de contención de estos últimos

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30 años saltan hoy es principalmente porque han llevado a la acumulación de una enorme demanda migratoria insatisfecha sin percatarse que la única manera de limitarla era el aumento significativo de la ayuda al desarrollo en los países no comunitarios a fin de estabilizar in situ las poblaciones. Además, este blindaje de la fortaleza europea se sufre como una cruel relegación a espacios de miseria a millones de personas que viven en las fronteras de la riqueza, mientras que la libertad de circulación aparece hoy día como un derecho fundamental en el mundo. Ahora bien, ningún Estado europeo puede, por sí solo, afrontar estos desafíos. Solo una política común, que tenga en cuenta los tropismos históricos y los intereses económicos de cada Estado concernido, puede aportar soluciones. En caso contrario, la Unión se verá involucrada en una espiral de militarización caótica de sus fronteras. Es, por tanto, crucial que las instituciones europeas inicien juntas una reflexión que elabore una estrategia solidaria de gestión a largo plazo de las migraciones. Podría llegar a ser una fuente de relegitimación del proyecto europeo. Debería proponer, junto con los permisos de residencia ya existentes en todos los países de la zona euro, la creación de documentos de residencia móviles de los trabajadores, de acuerdo con los países de origen y en función de las necesidades de los países de acogida. Estos documentos no supondrían, automáticamente, el derecho a la reagrupación familiar pero podrían responder, en parte, a la demanda migratoria no satisfecha; desarrollar sobre todo una política europea común de cooperación, articulándola, si es necesario, con las distintas políticas nacionales, con el fin de aumentar la parte del presupuesto europeo consagrado a la ayuda al desarrollo para financiar proyectos empresariales (comerciales e industriales), medioambientales y agrarios; revisar el derecho de asilo acordado a los refugiados si quieren evitar más muertes de inocentes; y reforzar el papel de las asociaciones civiles, de los municipios y de las comunidades en la acogida de los refugiados. Estas líneas de actuación no son exhaustivas; tienen únicamente por finalidad reformar un sistema migratorio demasiado rígido, responsable en parte de las tragedias actuales, y considerar a los inmigrantes no una amenaza de guerra, sino una oportunidad para la Europa del siglo XXI.

Questão Nº 09 Pode-se inferir, com base no texto: A) la importancia de la contención del ingreso masivo de pueblos de norte de África y Medio Oriente en la Unión Europea. B) la implantación de nuevas leyes que favorezcan a los inmigrantes económicos con familiares en la Unión Europea. C) el fortalecimiento de la militarización de las fronteras europeas para evitar la llegada de familiares de los no comunitarios. D) la importancia de una reflexión, en conjunto, de la Unión Europea, sobre la cuestión migratoria buscando, a largo plazo, planes para llevar a cabo una gestión solidaria. E) el crecimiento de la tragedia humana que ocurre en Europa, con la llegada de los inmigrantes, teniendo como trasfondo la busca de trabajo.

Questão Nº 10 Com base no texto, analise as afirmativas, assinalando F para as falsas, e V, para as verdadeiras. 1. ( ) la desconstrucción de estados en guerra y la busca de mejores condiciones de vida son elementos que fragilizan la política de frontera europea. 2. ( ) la crisis por lo que pasan los países europeos, lleva a endurecer su política de amparo a los extranjeros que viven legalmente en Europa. 3. ( ) la política europea no se dio cuenta, de que con ayuda económica a los países no pertenecientes a UE, evitaría el desastre actual que está viviendo. 4. ( ) Gran Bretaña lidera los países de la zona del euro con su política frente a los problemas de inmigración. 5. ( ) la incorporación de políticas públicas junto a las sociedades civiles son algunas de las soluciones para el problema inmigratorio. A sequência CORRETA é: A) B) C) D) E)

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SAMI NAÏR 3 SEP 2015 - 00:00 CEST Disponível em